<?xml version="1.0"?><rss version="2.0" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"><channel><title>Notícias</title><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=threads</link><description>Notícias de Assuntos ligados ao Tesouro Direto e Renda Fixa</description><pubDate>2010-09-09T07:23:10Z</pubDate><lastBuildDate>2009-07-04T01:35:03Z</lastBuildDate><ttl>30</ttl><item><title>Palavra do Gestor: Ponto positivo é o que não falta para o Tesouro Direto</title><pubDate>2009-07-04T01:35:03Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=381</link><description>Palavra do Gestor: Ponto positivo é o que não falta para o Tesouro Direto&lt;br &lt;br Robson Queiroz&lt;br No último mês de maio, 2.563 pessoas se cadastraram no Tesouro Direto - sistema de negociação de títulos públicos via internet -, elevando o total de investidores para 158,5 mil. Quando comparado ao mesmo mês de 2008, o volume representa um aumento de 33,6%. Somente neste ano, 12.639 investidores já ingressaram no sistema.&lt;br &lt;br Apesar da forte trajetória de crescimento, esta ainda é uma alternativa de investimento pouco conhecida e explorada. Para se ter ideia, o volume financeiro investido é de apenas R$ 2,8 bilhões. Apenas como base de comparação, no caso dos fundos de renda fixa e referenciados DI, o estoque de recursos, até o último dia 17, soma R$ 537,9 bilhões. Ou seja, a modalidade ainda representa 0,5% do total de recursos aplicados nos fundos com perfil conservador.&lt;br &lt;br O grande desafio é desmistificar a aplicação para o investidor pessoal. Primeiramente, ele precisa se acostumar com o sistema. Entender a dinâmica também é mais complicado para aqueles que, até hoje, apenas investiram em poupança ou fundos adquiridos diretamente pelo banco no qual possuem conta corrente. Para este investidor, principalmente, é preciso levar informação.&lt;br &lt;br O primeiro ponto que precisa de esclarecimento é que, apesar de chamar Tesouro Direto, a transação precisa ser intermediada por uma instituição devidamente credenciada como agente de custódia. Para investir neste segmento, é preciso abrir uma conta junto à corretora e, posteriormente, solicitar o cadastramento e receber uma senha para atuar no Tesouro Direto.&lt;br &lt;br Na hora de escolher os títulos, o leque de opções é grande. O investidor pode escolher entre os papéis que acompanham os índices de inflação, os indexados à taxa Selic e os prefixados. A escolha do melhor papel depende do momento e do objetivo do investidor. As notas do Tesouro que acompanham o IGP-M ou o IPCA, por exemplo, são ótimas opções para quem quer garantir o poder de compra e rentabilidade acima da inflação. Já quem prefere acompanhar a trajetória da Selic pode optar pelas LFT. E, para aqueles que querem saber hoje quanto irão receber amanhã, há várias opções de LTN e NTN-F.&lt;br &lt;br É preciso também se informar sobre as taxas. Há três diferentes taxas cobradas nas transações do Tesouro Direto. A cada título adquirido, é cobrado 0,10% de taxa de negociação e taxa de custódia de 0,30%, ambas da BM&amp;FBovespa. O agente de custódia também trabalha com uma taxa anual. Neste caso, os valores são variáveis de acordo com o agente. Há taxas que variam de 0% a 4% ao ano.&lt;br &lt;br Além de aprender como operar o Tesouro, é preciso esclarecer que o título é o mesmo que o banco ou a asset adquire para incluir na carteira dos fundos. A diferença é que o investidor irá controlar a própria carteira. Outra grande dúvida é com relação à liquidez desses papéis. Este é um dos pontos mais questionados por aqueles que se interessam em aplicar parte de seus recursos nestes papéis. O Tesouro realiza leilões todas as semanas para recomprar os papéis caso o investidor precise dos recursos.&lt;br &lt;br Para os investidores que já possuem conta em uma corretora de valores, o caminho para aplicar em títulos públicos via Tesouro Direto é mais curto e mais tranquilo. Na maioria das vezes, este investidor está mais habituado a gerenciar a própria carteira. No entanto, mesmo assim, ainda há um grande espaço para crescimento e diversificação.&lt;br &lt;br No cenário atual, uma série de fatores favorece o aumento da procura por este tipo de aplicação. O primeiro, sem dúvida, é a trajetória de queda dos juros da economia. Pela primeira vez, estamos com uma taxa real inferior a dois dígitos, o que favorece a busca por investimentos que ofereçam rentabilidade mais atrativa. Além disso, trata-se do investimento com menor risco do mercado. Ou seja, é uma ótima opção para a renda fixa, tanto para investidores que não querem correr risco como para aqueles que precisam diversificar suas carteiras.&lt;br &lt;br É importante ressaltar que não se trata de ganhar território hoje ocupado pelos fundos de investimento. Os fundos continuam - e irão continuar - entre as principais opções para aqueles investidores que não gostam e não querem gerenciar diretamente a carteira, que precisam e gostam de liquidez diária. A questão é conquistar uma grande parcela de investidores que não conhece este modelo e os seus pontos positivos. E, no cenário atual, ponto positivo é o que não falta para o Tesouro Direto.&lt;br &lt;br Robson Queiroz é diretor-comercial da SLW Corretora de Valores&lt;br &lt;br E-mail: robson@slw.com.br&lt;br &lt;br Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações.&lt;br &lt;br Valor Economico - 3/7/2009 &lt;br </description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>CBN-Dinheiro - Tesouro Direto</title><pubDate>2007-02-15T05:19:01Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=26</link><description>Coluna de Rádio CBN - Dinheiro &lt;br &lt;br  'http://wm-sgr-ondemand.globo.com/_aberto/sgr/1/cbn/2007/colunas/halfeld_070214.wma' accesskey='1' class='titulo_g'&gt;Cuidado com as taxas e corretagens cobradas no Tesouro Direto - 14/02/2007&lt;br &lt;br 'http://wm-sgr-ondemand.globo.com/_aberto/sgr/1/cbn/2007/colunas/halfeld_070213.wma' accesskey='1' class='link_grande'&gt;As vantagens de se investir no Tesouro Direto -  13/02/2007 &lt;br </description><slash:comments>15</slash:comments></item><item><title>Tesouro tenta tornar sistema mais amigável </title><pubDate>2009-04-28T01:59:36Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=353</link><description>Tesouro tenta tornar sistema mais amigável&lt;br &lt;br Parceria com a Bolsa visa facilitar a negociação de títulos&lt;br &lt;br públicos por meio do 'home broker'; início será em setembro&lt;br &lt;br Para 10,1 mi de cotistas de fundos, há pouco mais de 153 mil&lt;br &lt;br cadastrados no Tesouro Direto; Bolsa já faz divulgação em seu site&lt;br &lt;br TONI SCIARRETTA&lt;br FABRICIO VIEIRA&lt;br DA REPORTAGEM LOCAL&lt;br Mais rentável aplicação de renda fixa do país, a negociação de títulos da dívida pública federal pelo Tesouro Direto ainda esbarra em um sistema pouco amigável, que não conversa com as plataformas das corretoras e que dificulta a sua popularização. Para piorar ainda mais, o produto concorre com os fundos de investimento e os CDBs dos grandes bancos -que não têm interesse em divulgar e vender os títulos públicos aos correntistas.&lt;br Atento ao potencial e ao apelo dos títulos do governo, o Tesouro Nacional decidiu firmar uma parceria com a BM&amp;FBovespa para melhorar os sistemas das corretoras e difundir o produto entre os pequenos investidores, público-alvo do Tesouro Direto desde 2002.&lt;br O primeiro passo tem sido o processo de popularização, que já está sendo conduzido pela BM&amp;FBovespa, por meio de eventos e divulgação em seu site. A próxima etapa, a mais importante, terá de esperar ao menos até setembro para entrar em funcionamento. A ideia é que os investidores possam utilizar o sistema de 'home broker' das corretoras (destinado às compras de ações por meio da internet) para negociar títulos públicos.&lt;br Hoje, para começar a operar, além de preencher uma ficha de inscrição no site do Tesouro Direto, o investidor que não tem conta em uma corretora deve abri-la, processo cuja burocracia costuma envolver uma maratona de assinaturas de contratos -com a corretora, com a Bolsa, com a CBLC e da corretora com o Tesouro- antes de validá-lo e começar a operar. Não são raras as vezes que, até receber as duas senhas -da corretora e do Tesouro-, a saga demore mais de 30 dias.&lt;br O secretário-adjunto do Tesouro, Paulo Valle, reconhece as dificuldades para se investir nos títulos do Tesouro. 'Estou com 45 anos, e desde os 20 anos aplico em Bolsa. Vou numa corretora, me cadastro e compro a ação. É a coisa mais simples. E título público, que era para ser mais simples ainda, nunca teve esse fácil acesso', disse.&lt;br Apesar do crescimento registrado ano a ano desde que foi lançado, o universo de aplicadores nos títulos do Tesouro ainda é relativamente pequeno. Para os fundos de investimento, existe 10,1 milhões de cotistas. No caso do Tesouro Direto, os aplicadores se restringem a pouco mais de 153 mil.&lt;br De acordo com Verdi Monteiro, diretor de fomento de negócios da BM&amp;FBovespa, 'a partir de setembro, um conjunto de 25 a 30 corretoras estarão aptas a oferecer os títulos do Tesouro via 'home broker''. 'A ideia é que as pessoas possam diversificar seus investimentos na mesma plataforma.'&lt;br Para Mauro Halfeld, consultor financeiro e professor da Universidade Federal do Paraná, 'a divulgação é uma iniciativa boa'. 'O produto é muito bom, mas a maior dificuldade está na distribuição. Os bancos acabam priorizando os produtos deles que são mais rentáveis. E as corretoras focam demais em ações e se esquecem do Tesouro Direto.'&lt;br Vários usuários não entendem porque a compra é feita no site do Tesouro e o pagamento na corretora. O cliente envia o dinheiro para a corretora para fechar a compra no Tesouro.&lt;br Os críticos dizem que falta um esforço comercial do governo, da Bolsa e das corretoras para dar ao Tesouro Direto o lugar que merece entre as opções de investimento no país.&lt;br 'Como governo, a gente acredita que nosso papel é criar e ter o melhor produto possível. O Tesouro Direto tem uma cara mais comercial, mas no fundo o que a gente está fazendo aqui é administrar a dívida pública. Nesse programa, são os mesmos títulos que a gente administra a dívida pública. Senão, daqui a pouco vou ter de [ter um departamento comercial] criar um super pré, pagar um bônus...', disse Valle.&lt;br &lt;br ==============================***==============================&lt;br &lt;br Títulos da dívida rendem mais do que fundos&lt;br &lt;br DA REPORTAGEM LOCAL&lt;br &lt;br Ao comparar as rentabilidades líquidas oferecidas pelos diferente produtos que pagam juros, os investidores podem ter uma ideia mais clara das vantagens oferecidas pelo Tesouro Direto. E quem deve sentir mais isso são os pequenos investidores, que costumam pagar taxas de administração elevadas nos fundos de investimento, além de conseguirem porcentagens menores na hora de comprar um CDB.&lt;br Como todas as aplicações, com exceção da poupança, pagam IR, a maior diferença dos títulos do Tesouro Direto e de fundos que rendem juros é a taxa de administração. O problema é que, com a queda dos juros brasileiros, a taxa tem pesado cada vez mais no retorno final.&lt;br A carteira dos fundos de investimento carregam títulos públicos, o que faz com que, na média, suas rentabilidades se aproximem. Mas a taxa de administração, que costuma oscilar entre 1% e 4%, consome boa parte dos ganhos dos fundos.&lt;br Um exemplo: ao aplicar R$ 10.000 em uma LTN (título público prefixado) por um ano, o investidor teria no final R$ 10.751,20 -isso já descontado 20% de IR, taxa de 0,40% da corretora, 0,30% da CBLC e 0,10% do primeiro negócio. Em um fundo DI com taxa de administração de 2%, o aplicador teria no final R$ 10.672,00. Na poupança, seria R$ 10.617,00.&lt;br No caso do CDB, que não cobra taxa de administração, os bancos costumam oferecer juros abaixo da taxa Selic. E quanto menor o montante a ser aplicado, menor a taxa oferecida. Para um CDB que pagasse 85% do CDI -certificados negociados entre os bancos, que têm por referência a Selic-, os R$ 10.000 iniciais se tornariam R$ 10.707,20 após um ano.&lt;br 'O Tesouro Direto é mais interessante que muito fundo, tem custos menores. E o produto é destinado ao pequeno investidor. Já os fundos costumam pedir taxas mais elevadas para esses investidores', diz a consultora de investimentos Márcia Dessen, da Bankrisk.&lt;br 'Sou fã do produto, é um produto bom, mas acho que precisa ser melhorado. Precisa de um esforço comercial para se popularizar', diz o consultor Mauro Halfeld. (FV E TS)&lt;br &lt;br ==============================***==============================&lt;br &lt;br Dúvida ronda aplicações no Tesouro Direto&lt;br &lt;br DA REPORTAGEM LOCAL&lt;br &lt;br Fundador da comunidade Tesouro Direto do Orkut, o consultor de informática Caio Proiete, 26, afirma que uma das maiores dúvidas dos novatos no site diz respeito a passos práticos da abertura de conta e dos custos envolvidos nas operações.&lt;br A comunidade, que foi aberta em 2002 e conta com 939 participantes, tem um fórum em que os participantes trocam experiências sobre títulos comprados, dificuldades resolvidas, preços de corretagem e tributação.&lt;br 'A documentação do site do Tesouro é muito completa, mas tem muita gente que não tem paciência de ler. Ou você lê o PDF para entender ou vai na comunidade e pergunta como fazer. Se precisa mesmo ir para uma corretora ou pode ir diretamente só no Tesouro Direto', disse.&lt;br Nessa primeira etapa de tentativa de popularização do Tesouro Direto, a BM&amp;FBovespa passou a oferecer informações sobre o produto em seu site. Outra novidade será a integração do Tesouro Direto na lista de assuntos apresentados pela Bolsa nas feiras e eventos dos quais participa pelo Brasil.&lt;br Para Marcia Dessen, da Bankrisk, 'a Bolsa tem um sistema de divulgação muito eficiente, que vai ajudar a trazer mais informações e interesse das pessoas'. 'Quando os investidores puderem comprar e vender ações e títulos públicos na mesma tela do computador, vai facilitar muito', afirma.&lt;br Em 2002, a Bolsa criou o programa 'Bovespa vai até você' na tentativa de desmitificar o mercado de ações, por meio de palestras em fábricas, academias e até na praia. Atualmente, 32% das operações da Bolsa estão nas mãos do investidor pessoa física. No final da década de 90, a cifra rondava 15%.&lt;br Sandro Cotliarenko, que investe em títulos públicos, diz que achou 'o site do Tesouro Direto bem pobre'. 'Tive de criar diversos mecanismos próprios de controle uma vez que passei a operar.'&lt;br Uma outra dúvida que Proiete diz que costuma aparecer no fórum sobre o Tesouro Direto que conduz é a do que acontece se a corretora falir, se há risco de perder o título. 'Explico que o título não fica nem com você nem com a corretora, mas sim com a CBLC, que garante que o título é seu. Se a corretora falir, o título é transferido para outra corretora.'&lt;br &lt;br Folha de São Paulo - 27/04/2009</description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Tesouro Direto - Volume negociado dobra em março e soma R$ 179 milhões</title><pubDate>2009-04-24T01:07:05Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=350</link><description>&lt;br &lt;br O volume financeiro movimentado no Tesouro Direto, sistema eletrônico de negociação de títulos públicos federais voltado para o investidor pessoa física, mais do que dobrou em março em relação ao mesmo período de 2008. No mês passado, as vendas atingiram R$ 179 milhões, o melhor resultado para o período desde a criação do programa em janeiro de 2002. Na comparação com fevereiro deste ano, houve aumento de 69,8% nas vendas.&lt;br &lt;br No topo da demanda continuam os títulos prefixados, como as Letras do Tesouro Nacional (LTN, que pagam os juros no vencimento) e Notas do Tesouro Nacional série F (NTN-F, com juros pagos semestralmente), com participação de 39,14% no total das vendas no mês. 'Com a redução da taxa Selic, o investidor teve uma inclinação natural a correr mais risco em busca de prêmios', afirma o economista-chefe da Gradual, Pedro Paulo da Silveira.&lt;br &lt;br Um exemplo, aponta Silveira, é a perda de patrimônio que vêm enfrentando os fundos DI, que acompanham a taxa Selic. Neste ano até o dia 16, dados da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid) mostram resgates líquidos na categoria de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,6 bilhão só em março.&lt;br &lt;br Para o economista, ainda há prêmio no mercado de prefixados. A conta que o investidor tende a fazer é comparar o rendimento oferecido pelo título com a taxa Selic atual. Uma LTN com vencimento em janeiro de 2012, por exemplo, está pagando 11,41% ao ano, acima dos 11,25% da Selic. Já a NTN-F oferece uma taxa de 11,61%. Vale destacar que a perspectiva é de continuidade de corte no juro, para até 9,25% ao ano em dezembro deste ano e 9,50% no fim de 2010.&lt;br &lt;br Silveira ressalta que, na compra direta do título público, o investidor tende a sentir menos as oscilações de preços do que num fundo. O risco, alerta o economista, é o investidor precisar vender os papéis antes do vencimento e se deparar com taxas mais altas, o que significará que sua aplicação perdeu valor.&lt;br &lt;br Os títulos indexados ao IPCA (NTN-B e NTN-B Principal) apareceram em seguida na preferência do aplicador, com 38,1% do volume negociado em março. Os papéis indexados à taxa Selic, as LFT, abocanharam 22,8% do total.&lt;br &lt;br Para Silveira, papéis atrelados à inflação sempre são recomendados dada a característica defensiva. 'Ter pelo menos uma parcela do patrimônio indexada a índices de preços funciona como proteção contra a inflação, especialmente se os recursos forem de longo prazo, para o pagamento da faculdade dos filhos pequenos, aposentadoria', destaca. A NTN-B, por exemplo, garante um fluxo semestral de recursos já que paga juros a cada seis meses, taxa hoje que está na casa de 7,2% ao ano para os títulos com vencimento em 2045.&lt;br &lt;br Em março, os títulos atrelados à inflação já representavam 44,9% do estoque total de títulos, que chegou a R$ R$ 2,7 bilhões (alta de 70,4% em relação ao mesmo período de 2008). A fatia dos prefixados era de 37,7% e a dos pós-fixados, 17,4%. O número total de investidores cadastrados no fim de março atingiu 153.723, sendo 2.446 os novos participantes. O valor médio por operação foi de R$ 18.110,54.&lt;br &lt;br Com o objetivo de popularizar o Tesouro Direto, a BM&amp;FBovespa colocou em seu site ontem uma seção com conteúdo específico sobre o tema: 'http://www.bmfbovespa.com.br/tesourodireto'&gt; www.bmfbovespa.com.br/tesourodireto . O portal passou a oferecer também um curso online para explicar como investir no Tesouro Direto.&lt;br &lt;br Valor Econômico - 23/04/2009</description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Novos preços da CBLC/Bovespa</title><pubDate>2009-04-06T21:17:36Z</pubDate><author>isopor</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=348</link><description>Fonte: site do Tesouro Direto&lt;br &lt;br Redução dos Custos no Tesouro Direto – BM&amp;FBOVESPA altera sua política de tarifação.&lt;br &lt;br Em linha com o objetivo de aprimorar continuamente o Tesouro Direto, a BM&amp;FBOVESPA reduziu os custos do Tesouro Direto, tornando-os mais competitivos para o investidor de longo prazo e mais flexível para o investidor que precisar vender seus títulos em prazos inferiores a um ano. &lt;br Dessa forma, as compras de títulos feitas a partir do dia 06/04/2009 estão sujeitas ao novo modelo de pagamento de taxas referentes aos serviços prestados, descrito a seguir:&lt;br &lt;br - No momento da compra do título, é cobrada uma taxa de negociação de 0,10% sobre o valor da operação. &lt;br - Há também uma taxa de custódia da BM&amp;FBOVESPA de 0,30% ao ano sobre o valor dos títulos, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos, que é cobrada semestralmente, no primeiro dia útil de janeiro ou de julho, ou na ocorrência de um evento de custódia (pagamento de juros, venda ou vencimento do título), o que ocorrer primeiro. Essa taxa é cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor mantiver o título, e é calculada até o saldo de R$1.500.000,00 por conta de custódia. No caso em que, no semestre, a soma do valor da taxa de custódia da BM&amp;FBOVESPA e da taxa do Agente de Custódia for inferior a R$10,00, o valor das taxas será acumulado para a cobrança no semestre seguinte, no primeiro dia útil de janeiro ou de julho, ou na ocorrência de um evento de custódia (pagamento de juros, venda ou vencimento do título), o que ocorrer primeiro.&lt;br &lt;br Os agentes de custódia também cobram taxas de serviços livremente acordadas com os investidores. As taxas cobradas pelas instituições estão disponíveis para consulta no site do Tesouro Direto. O investidor deve confirmá-las no momento da contratação. &lt;br &lt;br Assim, no momento da operação de compra o investidor pagará o valor da transação (preço unitário do título vezes a quantidade adquirida) mais 0,10% sobre o valor da transação (taxa de negociação BM&amp;FBOVESPA) mais a taxa do Agente de Custódia referente ao primeiro ano de custódia. Caso o título tenha vencimento inferior a um ano, a taxa do agente de custódia será proporcional ao prazo do título. A taxa de custódia da BM&amp;FBOVESPA (0,3% ao ano) será provisionada diariamente a partir da liquidação da operação de compra (D+2). &lt;br &lt;br As compras feitas antes de 06/04/2009 continuam com a regra anterior de cobrança das taxas, ou seja, na venda, ou no pagamento de juros, ou no encerramento da posição do investidor. Porém, a partir dessa data, o investidor também será beneficiado com a redução da taxa utilizada no cálculo diário sobre compras feitas há mais de um ano, que passa de 0,40% para 0,30% ao ano. &lt;br &lt;br </description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Títulos públicos - Ganho turbinado, futuro incerto</title><pubDate>2009-03-20T01:56:31Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=338</link><description>Ganho turbinado, futuro incerto&lt;br &lt;br Por Adriana Cotias, de São Paulo&lt;br Com a aceleração da queda da Selic, os títulos públicos prefixados e os atrelados à inflação sem pagamento de juros semestrais já se tornaram os campeões de rentabilidade no ano. Em menos de três meses, há entre as Notas do Tesouro Nacional série F (NTN-F, prefixadas) papéis que obtiveram retornos superiores a 6% (vencimento em 2017) até dia 17, mais da metade da atual taxa básica da economia, de 11,25% ao ano, enquanto as Notas do Tesouro Nacional série B Principal (NTN-B, indexadas ao IPCA) com resgate em 2015 proporcionaram ganhos de 9,19%, não só pelo efeito da redução da taxa primária da economia como também pela queda das projeções implícitas para o índice de preços.&lt;br &lt;br Quem tem dinheiro em caixa ou está prestes a balancear a carteira não pode se fiar, porém, no desempenho recente para formular suas estratégias de renda fixa. Mais do que o tamanho que o juro brasileiro terá no fim de 2009, o que mais interessa ao investidor agora é saber qual o passo do afrouxamento monetário.&lt;br &lt;br Quanto mais rápido for o ritmo de corte, maior o risco para as posições longas, que podem devolver parte desses ganhos com a mesma velocidade a qualquer sinal de repique inflacionário e da consequente elevação da Selic. Apesar disso, para preservar o poder de compra, os analistas ainda recomendam papéis indexados ao IPCA ou Letras do Tesouro Nacional (LTN) mais curtas, com prazo de um ano.&lt;br &lt;br De janeiro para cá, em apenas duas reuniões, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu o juro básico em 2,50 pontos percentuais. Só no último ajuste, na semana passada, o colegiado do Banco Central (BC) decidiu por uma baixa de 1,50 ponto percentual. O enfraquecimento da atividade, com riscos de uma grave desaceleração da economia, deve estar na exposição de motivos da ata que será divulgada hoje, num momento de menor pressão sobre os preços. As projeções do mercado também se ajustaram, de estimativas de uma Selic em 12% ao ano para dezembro para os 9,75% constantes na última coleta do BC, divulgada no boletim Focus de segunda-feira.&lt;br &lt;br Há, entretanto, quem vá mais adiante. Paulo Mateus e Rodrigo Valdes, do Barclays Capital, por exemplo, esperam outro corte de 1,50 ponto em abril e uma redução de 1 ponto em junho, com a taxa básica em 8,75% ao ano já no fim do primeiro semestre, enquanto o time de economistas da americana Capital Markets vislumbra uma taxa de 8% em dezembro, abaixo também daquilo que está embutido nos contratos de juros negociados na Bolsa de Mercadorias &amp; Futuros (BM&amp;F).&lt;br &lt;br 'Comparativamente aos outros países, o Brasil ainda tem condições de atuar na política monetária, tem espaço para fazer ajustes mais intensos e sem afetar o câmbio', diz o economista-chefe da Gradual Investimentos, Pedro Paulo Silveira. Para ele, o freio global será mais violento do que se imaginava, o que forçará o BC a promover mais um corte de 1,5 ponto percentual e outro de 0,50 ponto percentual, com a taxa baixando a 9,25% ao ano.&lt;br &lt;br Se é assim, por que não comprar agora títulos prefixados que estão garantindo taxas que esbarram nos 11% ao ano, como as Letras do Tesouro Nacional (LTN) com vencimento em 2012? O problema é que enquanto há dúvidas sobre a retomada do crédito global e ainda não se dimensionam os efeitos da escassez nas diversas economias, as estimativas para os dados macroeconômicos estão igualmente dispersas, diz o gestor de renda fixa da Global Equity, Octavio Vaz.&lt;br &lt;br Não só o cenário tem se modificado rapidamente como também a própria 'cabeça' do BC, o que quer dizer que a calibragem dependerá, mais do que nunca, dos números de atividade e de inflação divulgados aqui e ali, afirma. A questão é que, se o ritmo de ajuste for mais curto e intenso, a resposta da economia aos juros historicamente baixos pode ser na forma de pressão inflacionária, o que colocaria as posições prefixadas em xeque. 'Não é tão trivial deixar hoje o patrimônio em pré como era em janeiro, quando os juros futuros projetavam taxas na casa dos 15%, 15,5%, é preciso ficar monitorando de perto quais serão os próximos passos da política monetária.' No longo prazo, os papéis ficam sujeitos ainda à volatilidade da cena internacional.&lt;br &lt;br Para Vaz, preservar ganhos superiores a 7% mais o IPCA numa NTN-B com vencimento em 2015 ou 2024 deixa o investidor numa situação confortável para atravessar esses tempos de turbulência internacional com rescaldos visíveis na economia brasileira. Mas sempre vale deixar uma boa parcela em pós-fixados, nas Letras Financeiras do Tesouro (LFT).&lt;br &lt;br À medida que o juro nominal se aproxime da barreira dos 10% ao ano, o melhor é estar preparado para dar a meia volta porque o Brasil ainda não conta com uma situação macroeconômica de equilíbrio que permita que os preços não saiam do controle, diz o consultor de investimentos Paulo Bittencourt. 'Fica tudo muito sensível e os efeitos de uma reversão de expectativas podem ser devastadores nos títulos longos, devolvendo rapidamente os últimos ganhos.' Se a Selic abrir 2010 a 9,75% como projeta o mercado, raciocina, o Copom só continuaria a reduzir o juro a conta-gotas e, tão logo parasse, haveria uma desvalorização dos prefixados e da parcela pré dos títulos de inflação.&lt;br &lt;br Isso ocorre porque, quanto maior for o retorno dos papéis, menor será o preço unitário. A situação nos últimos meses foi inversa: houve uma redução do chamado prêmio, com aumento dos preços. Quem comprou os títulos antes se beneficiou desse movimento. Valeria então se desfazer desses ativos para realizar os ganhos? Depende de quando o investidor adquiriu esses papéis, pondera Bittencourt.&lt;br &lt;br É preciso pesar os custos com taxas de custódia e corretagem, bem como o peso da tributação, que é regressiva, começando em 22,5% para aplicações inferiores a seis meses até 15% ao ano para prazos acima de dois anos. 'Para ganhar dinheiro em cima de dinheiro sempre é recomendável fazer a checagem mensal da carteira e talvez vender aquilo que foi bem, mas se a intenção é preservar o poder de compra, está aí o mérito de um título indexado à inflação.'&lt;br &lt;br Para os pequenos investidores que mal-e-mal têm acesso a taxas de administração competitivas em fundos de investimentos de varejo, garantir agora juros reais na casa dos 7% está longe de ser um mau negócio se a Selic for a 9% ao ano, diz o consultor de investimentos da Coinvalores Antenor Ramos Leão. Com as mudanças em estudo da remuneração da caderneta de poupança, com a possível aplicação de um redutor para TR, os papéis públicos ficam ainda mais interessantes, incluindo as conservadoras LFT, atreladas aos sobe-e-desces da Selic. Na sua visão, comprar LTN agora só vale se for para o prazo de até um ano, ressalvando que daí o aplicador se confronta com o inconveniente do imposto na faixa dos 20% ao ano.&lt;br &lt;br Com a redução dos juros, o investidor também terá de ficar um pouco mais atento às taxas de corretagem cobradas pelas corretoras, assim como às taxas de administração que paga em fundos de investimentos, pois o peso sobre os rendimentos fica mais evidente, alerta o operador de Renda fixa da Ativa, Fernando Marques. 'A cada queda na Selic, tão mais importante será selecionar as aplicações.' Para ele, são os títulos mais longos que contemplam as taxas mais convidativas, apesar de o risco ter aumentado. 'Tinha uma gordura grande que hoje não existe mais.'&lt;br &lt;br Para o médio prazo, Marques sugere as LTN com resgate em 2011 e 2012, que ontem pagavam 10,41% e 10,92%, respectivamente, e que já se beneficiam da alíquota mais baixa de imposto de renda, de 15% sobre os ganhos. Para um horizonte acima de três anos, ele considera a NTN-B com vencimento em 2015, com retorno de 7,10% mais a correção do IPCA, como uma alternativa atraente. &lt;br &lt;br Valor Econômico - 19/03/2009</description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Título público arriscado como mercado de ações</title><pubDate>2009-01-22T23:58:45Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=291</link><description>Levantamento da consultoria Cyrnel mostra que alguns títulos registraram grau de risco próximo do Ibovespa em setembro&lt;br &lt;br Mariana Segala - AE&lt;br Não é demais dizer que comprar certos títulos públicos negociados por meio do sistema Tesouro Direto (www.tesourodireto.gov.br) chega a ser, em alguns momentos, quase tão arriscado quanto entrar na Bolsa de Valores de São Paulo. Pode assustar, mas a constatação é de levantamento da consultoria Cyrnel International feito a pedido do Portal AE Investimentos. Em certos meses de 2008, papéis de vencimento longo (acima de 35 anos) atingiram grau de risco próximo do Ibovespa, principal índice de ações do mercado paulista.&lt;br &lt;br Leia mais em &lt;br &lt;br 'http://aeinvestimentos.limao.com.br/especiais/esp22895.shtm'&gt;http://aeinvestimentos.limao.com.br/especiais/esp22895.shtm&lt;br &lt;br </description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Pouco risco e um bom retorno: títulos públicos são opção para 2009</title><pubDate>2008-12-14T18:00:13Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=239</link><description>Por: Vitor Silveira Lima Oliveira&lt;br 12/12/08 - 20h23&lt;br InfoMoney&lt;br &lt;br SÃO PAULO - Chega o final de 2008 e todos fazem planos de mudanças para o ano que virá. Ainda assimilando as perdas obtidas com o mercado acionário nos últimos 12 meses, a redução da exposição ao risco pode ser um caminho para muitos e, como opção natural, desponta a aquisição de títulos públicos.&lt;br &lt;br Leia mais em: &lt;br &lt;br 'http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1459692&amp;path=/investimentos/'&gt;http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1459692&amp;path=/investimentos/&lt;br &lt;br &lt;br </description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Renda fixa com emoção</title><pubDate>2008-11-24T23:31:13Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=213</link><description>Renda fixa com emoção&lt;br &lt;br Por Adriana Cotias, de São Paulo&lt;br &lt;br O mais recente capítulo da crise financeira global originada no 'subprime' americano expôs aos investidores um risco bem específico nas aplicações de renda fixa: o de oscilação de preços. Nos fundos, alguns dias com cota negativa. No Tesouro Direto, perdas relevantes, comparáveis aos prejuízos na bolsa. Papéis longos como as Notas do Tesouro Nacional - série F (NTN-F, prefixadas) e as Notas do Tesouro Nacional - série B (NTN-B, indexadas ao IPCA) chegaram a exibir, respectivamente, desvalorizações de 10,62% e 15,60% só em outubro. No ano, as perdas chegam a 7,5% nos títulos vinculados a preços e esbarram nos 6% nos prefixados. Mas o que o aplicador deve fazer ao se deparar com variações de tal proporção? Nada.&lt;br &lt;br Assim como na bolsa, se vender os ativos agora, abaixo do valor adquirido, o investidor transformará o seu prejuízo, que por enquanto é contábil, em perda real. O melhor a fazer é levar os papéis até o vencimento, diz Fernando Marques, da Ativa Corretora. Conforme exemplifica, um aplicador que tenha comprado um lote de Letras do Tesouro Nacional (LTN, prefixadas) com resgate em janeiro de 2010 há seis meses, contratando um retorno na casa dos 13% ao ano, se quiser sair com a taxa atual, de 15%, pode levar para casa menos do que investiu. 'Se ficar com os títulos até o final, o pior que pode acontecer é ter realizado um mau negócio', afirma, referindo-se ao chamado custo de oportunidade, de perder a chance de ver o seu dinheiro investido numa alternativa mais promissora.&lt;br &lt;br A troca entre ativos da mesma natureza, continua Marques, só seria justificável se houvesse no horizonte um cenário extremo, como uma maxidesvalorização do real que induzisse o Banco Central (BC) a um choque de juros, tal como em 1999, quando a Selic foi elevada para os 45% ao ano. 'Fora isso, o aplicador tem de ter como meta a taxa que aplicou e não as variações no meio do caminho.' Substituir um título que está desvalorizado no mercado por outro que passou a pagar mais, apesar de parecer vantajoso, só efetivaria o prejuízo no papel mais antigo, acrescenta o superintendente de Tesouraria do Banco Banif, Rodrigo Trotta. Já trocar um curto que não oscilou tanto por um longo que ficou mais atraente é uma questão de oportunidade que talvez mereça ser avaliada de acordo com o apetite por risco do aplicador.&lt;br &lt;br Nesses tempos de esticada da rentabilidade e recuo de preços, vale até comprar um pouco mais, acredita Marques, da Ativa, para aproveitar a valorização dos papéis ao longo do tempo. Isso porque, se as projeções do mercado se confirmarem, a taxa básica da economia estará em 13,75% ao ano na virada de 2009 para 2010 (boletim Focus, de segunda-feira), abaixo do retorno atual garantido pelos prefixados (15%). Só que o grande risco de 'casar' com um título longo e de rentabilidade predefinida é o de liquidez, adverte o superintendente de Investimentos do Banco Real, Eduardo Jurcevic. 'Quando um investidor compra um prefixado, é de se esperar que tenha disponibilidade para carregar o papel até o final, caso contrário, se houver um imprevisto, ele fica sujeito aos ajustes do mercado como aqueles que temos observado.'&lt;br &lt;br Por essa razão, Jurcevic recomenda os prefixados apenas como alternativa de diversificação. Aquele dinheiro que eventualmente pode ser usado para uma emergência deve estar em Letras Financeiras do Tesouro (LFT, pós-fixadas) ou em Certificados de Depósitos Bancários (CDB) atrelados ao Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI), o juro interbancário. Ele sugere ainda que o investidor pessoa física evite os títulos vinculados ao IPCA, que, por mais interessantes que pareçam em momentos de inflação pressionada, variam em função do indicador e também dos juros implícitos. É uma conta difícil para o aplicador compreender quando recebe o seu extrato mensal.&lt;br &lt;br Deflações por períodos curtos podem gerar desvalorizações em papéis atrelados a preços, mas se o investidor mantiver a aplicação até o resgate não há por que se preocupar com as oscilações diárias em títulos que vencem em 2011, 2015 ou 2024, diz Clodoir Vieira, analista da Souza Barros.. Para ele, garantir agora um juro real (descontada a inflação) em torno de 10% não pode ser encarado como um mau negócio, especialmente porque o investidor do Tesouro Direto terá o governo como credor - em tese com risco zero de não honrar as suas obrigações. Para quem não tem muito coração para ver o seu dinheiro surfar no vaivém do mercado todo mês, as LTN acabam sendo uma opção mais palatável. Isso ocorre porque por mais que as cotações oscilem durante a maturidade do papel, no vencimento, o preço unitário sempre será R$ 1 mil e o retorno do investidor vai depender do preço que ele pagou, explica Vieira.&lt;br &lt;br Um aplicador que tivesse, por exemplo, comprado R$ 10 mil em LTN com resgate em janeiro de 2010 no início de outubro, teria R$ 9,8 mil no dia 27 daquele mesmo mês, um prejuízo teórico que já foi, entretanto, recuperado em novembro. No dia 21, ele somaria ao seu portfólio global R$ 10,02 mil, sem considerar impostos e taxas. Já as NTN-B e NTN-F, que têm um componente de indexação ou pagam juros semestralmente (o chamado cupom), podem ter distorções mais relevantes. Mesmo com a inflação em alta no ano, quem começou 2008 com R$ 10 mil numa NTN-B Principal de 2024 (sem cupom) tem hoje R$ 9,2 mil.&lt;br &lt;br O tombo nos papéis longos foi reflexo da maciça saída de capital externo do Brasil no mês passado. No calor da sucessão de prejuízos financeiros globais desde a quebra do Lehman Brothers e uma iminente recessão global, os estrangeiros venderam ações e renda fixa com igual intensidade. Pelos últimos dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em outubro US$ 7,943 bilhões deixaram o país, um fluxo recorde.&lt;br &lt;br Num momento de crise é melhor privilegiar liquidez e curto prazo, recomenda Trotta, do Banif. Como é difícil para qualquer expert acertar o binômio juros-inflação, em intervalos mais longos de tempo, os pós-fixados são a alternativa segura e que não vão tirar o sono do aplicador qualquer que seja o cenário que desponte para 2009.&lt;br &lt;br Da mesma forma que um fundo de renda fixa tem cota negativa quando os juros futuros sobem e o gestor é obrigado a atualizar os papéis a preços de mercado, os títulos públicos exibem prejuízos momentâneos, explica o executivo responsável por fundos de renda fixa da BB DTVM, Aroldo Medeiros. Tanto num como no outro, a partir dessa marcação, os papéis passam então a render mais. No final, todas as emoções no meio do caminho perdem importância e o aplicador vai embolsar exatamente a taxa que contratou. &lt;br &lt;br Valor Economico - 24/11/2008</description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Tesouro Direto: mais opções a baixo custo</title><pubDate>2008-11-16T13:33:28Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=197</link><description>Ranking de taxas de administração mostra 24 agentes de custódia que cobram 0,25% ou menos.&lt;br &lt;br Leia notícia em: &lt;br &lt;br 'http://aeinvestimentos.limao.com.br/especiais/esp19656.shtm'&gt;http://aeinvestimentos.limao.com.br/especiais/esp19656.shtm&lt;br &lt;br &lt;br </description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Aumento de Juros - Cotas Negativas??</title><pubDate>2008-10-27T15:12:37Z</pubDate><author>Marcos</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=165</link><description>Amigos,&lt;br &lt;br como um aumento de taxa de juros pode 'atingir em cheio os fundos de renda fixa'  - Cota negativas ????&lt;br &lt;br Esses fundos não deveriam melhorar a performance com a alta?&lt;br &lt;br Agradeço uma explicação.&lt;br &lt;br Obrigado</description><slash:comments>1</slash:comments></item><item><title>De volta ao poço</title><pubDate>2008-10-24T01:43:58Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=161</link><description>De volta ao poço&lt;br &lt;br Por Angelo Pavini, de São Paulo&lt;br &lt;br A instabilidade voltou com força aos mercados ontem e deve ter seus reflexos nas cotas dos fundos de investimento nos próximos dias. Além da queda da bolsa para o menor nível desde setembro de 2006, que afetará os fundos de ações, e da alta do dólar, de 12% em dois dias, chama a atenção o forte ajuste dos juros dos títulos públicos, de mais de um ponto percentual ao ano. Ontem, os papéis prefixados longos, as NTN-Fs, com vencimento em janeiro de 2012, preferidas dos estrangeiros, chegaram a pagar 17,77% ao ano, para 16,17% do dia anterior.&lt;br &lt;br Essa alta deverá atingir em cheio os fundos de renda fixa, que têm papéis prefixados, e até alguns fundos DI. O impacto vai ser diretamente proporcional à porcentagem de prefixados de cada carteira e do prazo dos títulos, mas é provável que vários renda fixa tenham cotas negativas hoje. Fundos multimercados que achavam que o pior da crise já tinha passado e arriscaram aumentar aplicações em câmbio, bolsa e juros também devem sofrer. Mas a maioria dos gestores vinha mantendo a maior parte do dinheiro em caixa ou no overnight, o que deve limitar as perdas.&lt;br &lt;br A alta dos juros refletiu ontem um misto de medo dos mercados com a saúde financeira dos bancos e com o impacto da alta do dólar na inflação e uma aversão maior ao risco no exterior com relação aos países emergentes por conta de a Argentina estar estatizando o setor de previdência privada. O receio aqui começou ironicamente com as medidas do governo para que bancos oficiais possam comprar instituições privadas em dificuldades, levantando a questão da existência de problemas. Havia boatos de fundos estrangeiros em dificuldades liquidando posições na BM&amp;FBovespa e vendendo títulos para honrar compromissos no exterior. Por isso o impacto forte nos papéis de 2012, mas que se espalhou para outros vencimentos e títulos .&lt;br &lt;br 'Muitos vêem a América Latina como uma coisa só e ficam com medo que o que a Argentina fez ocorra aqui', afirma André Schibuola, sócio da Precision Asset Management. O ambiente de forte oscilação acaba contaminando ainda outros investidores, que também saem do mercado para reduzir seu risco, criando um círculo vicioso. 'Não me surpreenderia se hoje mais gente saísse do mercado por exigência de suas áreas de controle de risco ao ver os números de ontem', diz Schibuola. Para ele, os fundos de renda fixa vão sofrer com a puxada dos juros. 'Devemos ter números péssimos nas cotas, tanto por conta dos papéis públicos, quanto dos privados, que também devem ter subido', diz.&lt;br &lt;br Olhando para além da crise, a alta dos juros acaba criando oportunidades para o investidor. Depois do ajuste das cotas, a rentabilidade das carteiras de renda fixa deve aumentar para quem entrar agora. Papéis indexados à inflação também se tornam atrativos, com remuneração real perto de 10% ao ano mais a variação do IPCA, com a proteção adicional para o caso de a alta do dólar pressionar os preços.&lt;br &lt;br Se olharmos o comportamento do mercado de juros, o que ocorreu foi uma típica zeragem de posição, quando os investidores vendem tudo e saem do mercado, diz Marco Sudano, diretor de Tesouraria do Itaú. 'Basta olhar o comportamento distinto entre o dólar e os juros', diz. Ontem, o dólar subiu 6,67%, perto dos 4,99% do dia anterior, acumulando 12% em dois dias. Mas o juro, que havia subido menos de 0,50 ponto percentual no dia anterior, avançou em média 1,20 ponto percentual, proporcionalmente muito mais que o dólar. 'O que parece é que alguém teve de zerar suas aplicações e vendeu a qualquer preço, puxando as taxas', explica. E isso leva outros participantes do mercado a fazerem o mesmo.&lt;br &lt;br Sudano lembra que o mercado brasileiro de renda fixa tem bastante participação de estrangeiros, seja diretamente nos mercados da BM&amp;FBovespa, seja no exterior, por meio de um banco intermediário. Esse banco, por sua vez, acaba fazendo sua proteção, ou seja, o hedge, na BM&amp;FBovespa. 'O que pode ter acontecido é que um banco resolveu liquidar a posição de um cliente no exterior e com isso o obrigou a vender os papéis aqui', afirma Sudano. Ele lembra que os bancos, pelo aperto de liquidez, estão mais rigorosos com relação às margens de garantia. 'No exterior, os negócios não são feitos em bolsa, são no mercado de balcão, e os ajustes de garantias são feitos de acordo com critérios de cada banco', diz. É diferente da BM&amp;FBovespa, onde o ajuste das perdas e ganhos é diário. 'Pode ser que o banco resolveu apertar as margens do cliente no contrato de balcão e ele resolveu vender tudo', diz. A pressão maior nos papéis de 2012 seria outro sinal de que o culpado da oscilação seria um estrangeiro.&lt;br &lt;br Para Sudano, as taxas de juros ficaram completamente desconectadas do fundamento. Ele explica que o comportamento dos juros é diferente do do dólar, pois não é possível definir um valor justo para a moeda. 'No câmbio, o que há é um preço de equilíbrio, a partir do qual há vendas ou compras, mas no juro, os participantes fazem contas e chegam ao que consideram um valor justo para as taxas no futuro', explica. Por isso, a propensão do mercado em assumir posições de maior risco é maior no juro do que no câmbio. E as taxas são também freqüentemente confrontadas com as decisões do Banco Central no Copom. Para ele, as taxas justas são mais baixas que as atuais. 'Mas no curto prazo, podem subir ainda mais', diz ele. A oportunidade seria para quem olhar para o médio prazo, explica. &lt;br &lt;br Valor Econômico - 23/10/2008 </description><slash:comments>1</slash:comments></item><item><title>Volatilidade volta a paralisar o Tesouro Direto</title><pubDate>2008-10-10T00:17:16Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=156</link><description>Volatilidade volta a paralisar o Tesouro Direto&lt;br &lt;br Arnaldo Galvão, de Brasília&lt;br A forte turbulência do mercado financeiro vem alterando a rotina de oferta e recompra de títulos públicos administrada pelo Tesouro. Ontem, pela segunda vez na semana, o programa Tesouro Direto, restrito às pessoas físicas, foi interrompido por cerca de uma hora para que fosse definido novo patamar de preços compatíveis com os praticados no mercado secundário. Venda e recompra de LTN, NTN-F, NTN-B e NTN-B Principal ficaram temporariamente suspensas. A venda e recompra de LFT (pós-fixado ligado à Selic) seguiram normais. Na segunda-feira, houve suspensão semelhante.&lt;br &lt;br No calendário de leilões tradicionais de títulos públicos ao mercado, foram realizadas ontem, normalmente, recompras de NTN-B (papel remunerado por índice de preços). Na terça-feira, em razão da forte volatilidade, foi suspenso o leilão de venda e troca de NTN-B.&lt;br &lt;br O secretário adjunto do Tesouro responsável pela administração da dívida pública, Paulo Valle, esclareceu que as suspensões no Tesouro Direto são previstas no regulamento, ocorrem rotineiramente e têm como objetivo proteger o investidor quando as oscilações passam de 20 pontos. De acordo com os comunicados publicados na página do programa, já ocorreram nove suspensões no ano. 'Não é um preço formado em bolsa, é o valor colocado pelo Tesouro e tem de acompanhar o mercado secundário', disse Valle.&lt;br &lt;br Nos dias normais, o Tesouro ajusta os preços três vezes ao dia. Nos períodos de maior volatilidade, tem de intervir mais vezes para definir novos preços. Em agosto, o Tesouro Direto registrou vendas de R$ 114,9 milhões. Neste ano, de janeiro a agosto, alcançou R$ 843,8 milhões.&lt;br &lt;br O secretário do Tesouro, Arno Augustin, descartou nova alteração no Plano Anual de Financiamento da Dívida Pública (PAF) de 2008 como reação ao agravamento da crise financeira internacional. Na sua avaliação da turbulência global, ele reafirmou que o governo vai manter sua postura de reagir quando for necessário. 'Evidentemente que a deterioração traz conseqüências, mas continuamos a avaliar que os fundamentos do Brasil e a ação rápida que tem sido realizada vão evitar danos maiores', comentou.&lt;br &lt;br Augustin comentou o corte de juros coordenado por vários BCs. Disse que a atitude foi 'correta, necessária e adequada'. Para ele, o mundo vive forte turbulência e são esperadas ações internacionais para diminuir rapidamente a volatilidade. &lt;br &lt;br Valor Economico 9/10/2008</description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Notícias de Valor - CBN - Tesouro Direto</title><pubDate>2007-02-13T02:28:23Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=25</link><description>Clique no link abaixo ouvir. Necessátio Windows Media Player.&lt;br &lt;br 'http://wm-sgr-ondemand.globo.com/_aberto/sgr/1/cbn/2007/colunas/nvalor_070212.wma'&gt;O que são Titulos do Tesouro Direto - 12/02/2007&lt;br &lt;br &lt;br &lt;br 'http://wm-sgr-ondemand.globo.com/_aberto/sgr/1/cbn/2007/colunas/nvalor_070212.wma'&gt;&lt;br </description><slash:comments>8</slash:comments></item><item><title>Tesouro Direto tem papéis mais rentáveis</title><pubDate>2008-07-03T01:10:34Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=120</link><description>Tesouro Direto tem papéis mais rentáveis&lt;br &lt;br &lt;br Adriana Fernandes&lt;br Da Agência Estado/Dow jones&lt;br &lt;br Com a alta dos preços, os títulos do programa Tesouro Direto atrelados a índices de preços (IGP-M e IPCA) garantiram aos investidores uma das melhores rentabilidades do mercado financeiro no primeiro semestre deste ano. O programa permite ao investidor pessoa física comprar títulos do Tesouro Nacional pela internet.&lt;br &lt;br Os títulos atrelados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o índice oficial do governo utilizado no sistema de metas de inflação, - as NTN-B - acumularam no primeiro semestre uma rentabilidade máxima de 7,49%. Esse ganho maior foi obtido pelos investidores que compraram as chamadas NTN-B (principal) com prazo de vencimento em 2015. Esse tipo de papel só é vendido no programa Tesouro Direto e não paga cupom de juros semestrais aos investidores como as demais NTN-Bs.&lt;br &lt;br A NTN-B tradicional, que garante o pagamento de juros duas vezes por ano ao investidor, com o mesmo prazo de vencimento, rendeu 6,82% no semestre. Já a NTN-B com prazo mais curto e vencimento em agosto próximo rendeu no ano 6,66%. A menor rentabilidade dos papéis atrelados ao IPCA foi para as NTN-B com prazos mais longos e vencimento em 2045. Esses papéis renderam até agora 3,11%.&lt;br &lt;br Mas foram as NTN-C (papel atrelado ao IGP-M) que deram no ano a maior rentabilidade. Esses papéis, no entanto, deixaram de ser vendidos desde maio do ano passado, quando o Tesouro optou por ofertar ao mercado apenas títulos corrigidos pelo IPCA. As NTN-C com vencimento em 2017 renderam 15,12%. O mesmo título com vencimento em 2011 garantiu uma rentabilidade de 14,69% acumulada no ano.&lt;br &lt;br A menor rentabilidade das NTN-C foi de 8,42% para o papel com prazo de vencimento em 2031. Para os títulos atrelados a índices de preços, o Tesouro paga uma taxa de juros prefixada mais a inflação do período. O Tesouro Direto tem um estoque vendido de R$ 104,195 milhões de NTN-C.&lt;br &lt;br Os papéis prefixados (NTN-F e LTN) deram as piores rentabilidades. Em alguns casos, negativa. É o caso da NTN-F com vencimento em 2017, que acumula no ano uma rentabilidade negativa de 2,16%. Os valores de rentabilidade não levam em conta o Imposto de Renda (IR), IOF e taxa cobrada pelos agentes.&lt;br &lt;br Jornal do Cemmercio 2/7/2008</description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Tesouro Direto parado</title><pubDate>2008-06-24T00:49:05Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=114</link><description>Desde a semana passada, o sistema de venda de títulos pelo Tesouro Direto está parado, por conta da greve dos funcionários do Tesouro Nacional. Apenas as recompras de títulos, que ocorrem sempre às quartas, continuam funcionando. Dessa forma, é preservado aos investidores o direito a resgates semanais. Os aplicadores que quiserem renovar seus investimentos ou trocar de papel, no entanto, não poderão fazê-lo, porque novas aplicações não são possíveis. Na próxima semana, vence um lote de Letras do Tesouro Nacional (LTN) e, se a greve permanecer, a reaplicação em títulos públicos terá de ser prorrogada. Os leilões direcionados a grandes investidores continuam ocorrendo.Curtas &lt;br &lt;br Valor Econômico - 23/06/2008</description><slash:comments>2</slash:comments></item><item><title>Proteção contra a inflação exige cuidados</title><pubDate>2008-06-24T02:20:13Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=117</link><description>Proteção contra a inflação exige cuidados&lt;br &lt;br Títulos prefixados atrelados à inflação podem render menos&lt;br &lt;br que o esperado se as taxas de juros subirem no futuro&lt;br &lt;br Papéis públicos indexados ao IPCA pagaram diferentes taxas nos&lt;br &lt;br últimos 30 dias; dependendo de seus prazos, renderam mais ou menos&lt;br &lt;br DA REPORTAGEM LOCAL&lt;br &lt;br Quem pretende se proteger da inflação no curto prazo e cogita aderir a fundos indexados a índices de preços ou comprar títulos corrigidos pelo IPCA no Tesouro Direto pode fazer um mau negócio. O motivo é que vários desses papéis e fundos tiveram retorno ruim, chegando a ficar negativos, e a perder dos fundos DI em longo prazo.&lt;br O problema é que os títulos do governo indexados ao IPCA -as NTN-B vendidas pelo Tesouro- são remunerados por um juro prefixado mais o índice de inflação. Com o recente aumento das taxas de juros, os papéis mais antigos e que embutiam uma taxa prefixada menor do que as atuais do mercado são vendidos com forte deságio. Em alguns casos, mesmo o ganho alto com a correção pelo IPCA não foi suficiente para cobrir as perdas de rentabilidade com a taxa prefixada.&lt;br As NTN-B com vencimento em agosto de 2012, abril de 2035 e agosto de 2024 renderam, respectivamente, -0,34%, -0,53% e -1,87% sem contar o IPCA nos últimos 30 dias terminados no dia 11 de maio (última data atualizada).&lt;br Por outro lado, papéis mais curtos, como os com vencimento em agosto de 2008 e abril de 2009, tiveram retorno de 1,28% e 1,5% e ainda somarão o IPCA alto, que em maio foi de 0,79%. Acontece que esses dois papéis não estão mais disponíveis para compra no Tesouro Direto. Mas há outros, que pagam um pouco menos e mais a inflação.&lt;br Ou seja, se os juros dispararem nos próximos meses por conta da inflação, é bem provável que o investidor perca dinheiro se quiser vender papéis comprados com taxa prefixada ainda entre 6% e 7%.&lt;br Foi o que aconteceu em 2003, após o IGP-M saltar 25,31% em 2002, época da crise anterior à eleição presidencial. Muitos bancos abriram fundos atrelados ao IGP-M, captaram bilhões, mas quando o presidente Lula assumiu o governo e o BC levou os juros para 26%, o retorno desses fundos derreteu e muita gente perdeu dinheiro.&lt;br Vale lembrar que o investidor só perde se quiser vender os papéis antes do vencimento. O problema é que vários desses títulos vencem em mais de dez anos. Já o fundo perde porque tem de marcar os papéis a valor de mercado.&lt;br Para o consultor Fernando Lovisotto, da Risk Office, não há fórmula mágica para se proteger depois que uma 'tempestade' já começou, como acontece agora com a inflação. Ele afirma que o investidor tem de saber o horizonte de tempo que deseja se proteger e ter um palpite sobre o rumo da inflação.&lt;br 'Se quer se proteger por seis meses a um ano, pode continuar num fundo DI, que não tem problema. Ou então compra o papel de vencimento até 2010. Se quer por um período um pouco maior, vai para o de 2015, que tem taxa de juros ainda alta. Se acha que o mercado, daqui a um ano ou dois, vai melhorar, pode comprar até o mais longo', disse.&lt;br (TONI SCIARRETTA)&lt;br &lt;br folha de São Paulo - 23/06/2008 </description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Entre o prêmio e o risco</title><pubDate>2008-06-11T00:32:48Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=111</link><description>Entre o prêmio e o risco&lt;br &lt;br Por Adriana Cotias, de São Paulo&lt;br A alta de 0,5 ponto percentual imposta ao juro básico, a Selic, na semana passada provocou um aumento instantâneo nas taxas longas projetadas no mercado futuro e tornou a remuneração garantida pelos títulos públicos prefixados mais apetitosa. No Tesouro Direto, o sistema de negociação de papéis federais pela internet, Letras do Tesouro Nacional (LTN, com remuneração determinada no momento da compra) com vencimento em julho de 2010 esbarram num retorno anual de 14,84%, bem acima da Selic corrente, de 12,25%, e da taxa primária estimada para daqui a dois anos, na casa dos 11% ao ano. No jargão do mercado, isso quer dizer que há prêmios para quem quiser agora prefixar seus investimentos emprestando parte da sua poupança para o governo. Mas será que vale o risco?&lt;br &lt;br Num papel pré levado até o vencimento, não há exatamente como o investidor perder o capital aplicado como ocorre na renda variável. O pior dos mundos está, entretanto, na possibilidade de o Banco Central (BC) ser obrigado a elevar a Selic acima daquilo que o mercado está prevendo, a fim de conter as pressões inflacionárias. 'Se a gente dá credibilidade à política econômica do governo, que os aumentos da taxa feitos pelo BC serão eficientes e vão surtir efeito na inflação de 2009, é hora de prefixar os investimentos', diz o superintendente de Tesouraria do Banif Banco, Rodrigo Trotta. Ele lembra, porém, que tal opção representa uma aposta e um risco e só no vencimento é que o aplicador saberá se foi ou não um bom negócio.&lt;br &lt;br O Brasil tem condições de acomodar os choques inflacionários originados no front externo e as commodities, mesmo que continuem em alta, tendem a subir menos do que em 2007, espera o economista-chefe da Gradual Corretora, Pedro Paulo da Silveira. Considerando-se que o país ainda tem taxas de juros reais elevadas e acabou de ser alçado a grau de investimento não-especulativo, é de se esperar que o BC não tenha de subir tanto a Selic, argumenta. 'Vai aumentar muito a demanda por títulos da dívida pública ao longo do tempo', diz, referindo-se ao capital externo.&lt;br &lt;br Com o selo conferido pelas agências Standard &amp; Poor's e Fitch Ratings, muitos fundos globais poderão endereçar parcela de seus recursos para o mercado brasileiro. Em tese, a maior procura pode significar preços mais altos, e, conseqüentemente, retornos menores para os títulos do Tesouro Nacional. Assim, o investidor local que se antecipasse à entrada desse dinheiro teria condições de levar para casa um ativo com remuneração melhor do que aquela que estará em vigor lá na frente.&lt;br &lt;br Acertar qual o melhor momento para assumir exposição direta em taxas de juros (o chamado risco de mercado) não é uma tarefa corriqueira, adverte Silveira, da Gradual. Pode ocorrer de o investidor predeterminar o seu ganho agora e, daqui a duas semanas, esse retorno ficar comparativamente pequeno ao que a mesma LTN estará garantindo. Para quem quer evitar esse descompasso, a busca por um fundo de renda fixa ativo pode ser a melhor alternativa, sugere. O problema são os custos, já que, em geral, o investidor de varejo não consegue ter acesso a carteiras com taxas de administração baixas, pagando até 4%, 5% ao ano para delegar a administração da sua poupança a um gestor profissional.&lt;br &lt;br No Tesouro Direto, há desde corretoras que não cobram pelo serviço, como Banif, Codepe, Socopa e Spinelli, até aquelas em que o custo é tão elevado quanto num fundo de varejo, caso de Itaú (4% ao ano) e Bradesco (4% mais R$ 25,00 por operação). Entre as corretoras dos grandes bancos, as taxas mais competitivas estão no HSBC (0,30%), Unibanco Investshop (0,35%), ABN Amro Real e Caixa Econômica Federal (0,40%), além do Banco do Brasil (0,50%). Em todos os casos, há ainda o custo de 0,40% ao ano da Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC).&lt;br &lt;br No Unibanco há todo um incentivo para o investidor diversificar seu portfólio também com o Tesouro Direto. Tanto que, a exemplo do que fez o BB (que lidera o último ranking dos agentes de custódia), está em construção o acesso à compra e venda de títulos públicos pelo internet banking, conta o diretor da Unibanco Investshop Corretora, André Lissker. Junto com a tecnologia, ele sabe que será preciso semear a cultura de que a aplicação, apesar de ser de renda fixa, não é isenta de risco. 'O aplicador tem de aprender que, no longo prazo, se ele não estiver num papel que segue o CDI, o investimento também está sujeito a solavancos', afirma.&lt;br &lt;br Lissker considera o cenário atual ainda benigno. O Brasil tem trilhado o caminho da disciplina fiscal e mesmo com a balança comercial dando sinais de reversão, não há uma situação de risco para as contas públicas ou externas que coloquem em xeque a solvência do governo, pondera. Em meio às pressões correntes sobre o custo de vida e em pleno ciclo de aumento de juros, ele prefere os títulos atrelados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador que baliza o sistema de metas perseguido pelo BC. Isso porque numa Nota do Tesouro Nacional série B (NTN-B, corrigida pelo índice oficial), os juros de longo prazo já incorporaram um ajuste significativo na Selic. 'Os prefixados não seriam a minha primeira opção porque não embutem nenhum ganho real.' Ontem, a NTN-B Principal (que paga juros e principal só no vencimento) garantia retorno de 6,94% ao ano, mais a inflação.&lt;br &lt;br As Letras Financeiras do Tesouro (LFT, pós-fixadas), que acompanham a Selic na alta ou na baixa, são a opção mais conservadora no momento, diz o gerente da Coinvalores, Otávio Sant'Anna. Mas não custa nada ao investidor fazer um mix com as diversas alternativas disponíveis no Tesouro Direto. 'Assim como numa carteira de ações, em que o portfólio pode ser composto com papéis mais arriscados e outros menos, o mesmo pode ser feito na parcela dos recursos destinada à renda fixa', compara. Para o perfil menos afeito a riscos, ele sugere de 70% a 80% em papéis pós, dividindo o restante em prefixados e títulos de inflação.&lt;br &lt;br Lissker, da Unibanco Investshop, ainda lembra que tão importante quantos os custos e a remuneração é o prazo do investimento. Com papéis de menor duração, a aplicação fica mais suscetível a eventos inflacionários transitórios, seja nos prefixados, seja nos ativos indexados ao IPCA. Títulos com vencimento em mais de dois anos, sem pagamento de juros semestrais, também passam a se beneficiar da melhor alíquota da tabela regressiva de imposto de renda, que começa em 22,5% para intervalos de até 180 dias; 20% para investimentos entre 181 e 360 dias; 17,5% para prazos entre 361 e 720 dias, caindo a 15% nas aplicações em período superior.&lt;br &lt;br ==============================***==============================&lt;br &lt;br No site do Tesouro, o passo a passo&lt;br &lt;br De São Paulo&lt;br Para adquirir títulos federais pelo Tesouro Direto, o investidor tem de possuir uma conta em uma das corretoras que atuam como agentes de custódia. A documentação de abertura é similar a de uma conta corrente convencional e inclui, por exemplo, a apresentação da carteira de identidade e um comprovante de residência.&lt;br &lt;br Somente quando o cadastro e os documentos estiverem nas mãos da corretora escolhida é que o investidor terá acesso a uma senha de negociação. Se o investidor pretende fazer as suas transações de compra e venda pela corretora ligada ao banco em que já movimenta a conta, essa documentação não precisa necessariamente ser duplicada.&lt;br &lt;br No site do Tesouro Direto (www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto) há um manual do aplicador, que fornece o passo a passo para quem nunca comprou papéis públicos pela rede mundial de computadores. Pelo simulador também é possível ter uma idéia de quanto renderá um determinado papel de acordo com a taxa do dia, o prazo e o custo cobrado pelo agente de custódia escolhido. É uma forma de comparar preços e perceber o quanto essas tarifas podem interferir diretamente no retorno da aplicação. (AC) &lt;br &lt;br Valor Econômico - 10/06/2008</description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Taxa pode levar ganho do Tesouro Direto</title><pubDate>2008-05-27T00:07:22Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=109</link><description>&lt;br Taxa pode levar ganho do Tesouro Direto&lt;br &lt;br FABRICIO VIEIRA&lt;br da Folha de S.Paulo&lt;br &lt;br Aplicar nos títulos oferecidos pelo Tesouro Direto pode ser uma boa opção, especialmente neste momento de alta das taxas de juros. Mas o investidor deve, antes de mais nada, estar atento às taxas cobradas pelas corretoras e bancos que fazem a custódia dos títulos. &lt;br &lt;br Leia mais em: &lt;br &lt;br 'http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u405382.shtml'&gt;Folha de São Paulo - 26/05/2008 - 09h41 - Taxa pode levar ganho do Tesouro Direto&lt;br </description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Títulos públicos de longo prazo geraram ganho de até 5% com grau de investimento</title><pubDate>2008-05-08T02:15:46Z</pubDate><author>admin</author><link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/Default.aspx?tabid=59&amp;forumid=1&amp;scope=posts&amp;threadid=104</link><description>Valor Online&lt;br &lt;br SÃO PAULO - Além de beneficiar os aplicadores da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), a obtenção do grau de investimento também favoreceu grandes e pequenos investidores que possuem títulos públicos federais de longo prazo, com vencimento em 2017, 2024 e 2045, por exemplo. &lt;br &lt;br Leia mais em: &lt;br &lt;br 'http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/05/07/titulos_publicos_de_longo_prazo_geraram_ganho_de_ate_5_com_grau_de_investimento-427270147.asp'&gt;O Valor On-Line 7/05/2008&lt;br &lt;br </description><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>More...</title><wfw:link>http://www.investindonotesouro.com/dnn/DesktopModules/Forum/Forum_Rss.aspx?forumid=1&amp;tabid=59&amp;mid=381&amp;threadspage=2</wfw:link></item></channel></rss>